17
dezembro
2015

A Beleza de um futuro que nós mesmos criamos

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“É uma tradição no final do ano fazermos aquele balanço de vida, revendo o que deu certo e o que não deu tão certo. Podemos até fazer isso, mas vamos combinar uma coisa: o que aconteceu no passado não é o que vai determinar nosso futuro. Como assim? Acredite, não adianta tentar remoer fatos do passado para transformar o que ainda há de vir. Sim, é claro que sofreremos as consequências de tudo o que já fizemos e se não alterarmos nada em nossas vidas AGORA, o que nos restará mesmo será um futuro automático, totalmente previsível e fruto desse passado. O segredo está no “agora”, o momento certo para reinventarmos o nosso futuro, até mesmo aquilo que nos parece inevitável. Para isso precisamos ter consciência que a linguagem é uma ferramenta fundamental de transformação. Aí entra a Linguagem de Futuro, que projeta um futuro diferente que substitui o que a pessoa vê se aproximando em sua direção. Gosto do exemplo do líder negro Martin Luther King Jr. que, quando disse “eu tenho um sonho”, criou esse sonho em muitos outros americanos e, com ele, a possibilidade de substituir o futuro automático da segregação racial. Não estou falando de motivação, estou falando de uma linguagem generativa, ou seja, capaz de gerar uma outra realidade que substitui a anterior. A Linguagem de Futuro, que gera possibilidades, é a grande transformação que podemos implementar em nossas vidas em 2016. Abandonar o passado é trazer o futuro para o presente, é viver desde já a possibilidade da beleza de um futuro inventado por nós mesmos.”

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